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A Conferência de Alternativas Religiosas da América Latina é o principal evento de reflexão sobre o fenômeno religioso na região, sob uma perspectiva acadêmica.

Em 2024, completam-se trinta anos desde a criação da nossa Associação de Ciências Sociais da Religião na América Latina. Ao longo de sua existência, consolidou-se como um espaço privilegiado para o diálogo e a discussão acadêmica entre pesquisadores da religião na/da América Latina. Ao longo de sua trajetória, tem conectado diferentes gerações de estudiosos estabelecidos e em formação, promovido abordagens disciplinares e interdisciplinares, influenciado a formação de agendas de pesquisa regional e trabalhado para destacar nossa produção especializada, tornando-se uma referência para o que acontece em nosso campo latino-americano.

Queremos celebrar esta trajetória e, ao mesmo tempo, fortalecê-la abrindo nosso evento principal, a Conferência, para um intercâmbio com colegas de outras regiões, a fim de posicionar as contribuições regionais na discussão da religião a partir do sul global e enriquecer nossa visão regional pensando em nós mesmos em relação e diálogo com outros contextos.

Nesta edição de nossa Conferência, ela foi reconhecida como Conferência Regional da Associação para a História das Religiões (IAHR).

O evento será realizado em colaboração com o Comitê de Pesquisa em Sociologia da Religião (RC22) da Associação Internacional de Sociologia, com o qual serão desenvolvidas atividades especiais.

                                                                                                   Até 15/5/24                       De 16/5/24 a 15/6/24                            Após 16/6/24


Estudantes de graduação e pós-graduação                               65                                                 85                                                      100
Professores, pesquisadores e profissionais                              100                                               130                                                     150

Ouvintes                                                                                            25                                                 25                                                       30

Preços em dólares
A taxa de inscrição para as Jornadas inclui a taxa de afiliação à Associação.

Acomodação:

HOTÉIS COM TARIFAS ESPECIAIS


O hotel principal para a conferência será o MERCOSUR UNIVERSITAS, localizado a uma dist hotel principal para a conferência será o MERCOSUR UNIVERSITAS, localizado a uma curta distância da Universidade Católica do Uruguai.

Trata-se de um apart-hotel (sem café da manhã), e tarifas especiais foram acordadas de acordo com o tipo de quarto:

BIT DESIGN HOTEL Punta Carretas (Café da manhã incluso)

Reservas clicando no link
mencionando Jornadas Religion 2024

Tipo de habitación
Precio x dia
Individual
USD 50
Doble
USD 50
Triple
USD 60
Cuadruple
USD 80
Tipos de habitación
Precio x día
Standard
USD 65
Superior
USD 75
Deluxe
USD 85
Deluxe córner
USD 95
Suite Junior
USD 115
StandardSuite Ejecutiva (con terraza)
USD 125

Reservas em recepcion@bitdesignhotel.com mencionando a Universidad Catolica UCU.

Universidade Católica do Uruguai  (UCU), localizada em Montevidéu e em outras cidades do país, é a universidade particular mais antiga do Uruguai e a que tem a maior cobertura no território nacional.


A UCU foi inicialmente fundada em 1882 pelo primeiro arcebispo de Montevidéu, Monsenhor Mariano Soler. Posteriormente, foi reaberta e confiada à Companhia de Jesus em 1985, representando o principal trabalho da Igreja Católica no ensino superior uruguaio. Seu compromisso com a excelência acadêmica, o pluralismo ideológico, o ecumenismo e o diálogo inter-religioso a tornaram uma instituição de referência na vida cultural do Uruguai.


Desde sua criação, a Universidade Católica do Uruguai se propôs o desafio de se tornar uma opção melhor e diferente no ensino superior. Isso levou a instituição a se concentrar em áreas que não haviam sido consideradas antes e a desempenhar um papel inovador no desenvolvimento de novas metodologias educacionais, bem como na evangelização da cultura. Hoje, com 9.000 alunos matriculados e várias dezenas de programas acadêmicos, está passando por uma fase de consolidação, na qual a universidade enfrenta o desafio de responder às novas exigências da sociedade uruguaia.


Servimos à comunidade por meio da disseminação do conhecimento, da promoção da formação humana e da difusão da cultura.

COMISSÃO ORGANIZADORA
 

Néstor Da Costa

Carolina Greising
Valentina Pereira Arena
Dahiana Barrales
Ignacio Linn

Rita Marcora

Magdalena Milsev

Inés Pereyra Rivero
Victoria Sotelo

Isabel Valverde
Sibila Vigna

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA ACSRAL

COMISSÃO DIRETIVA (2022-2024)

Néstor Da Costa (Presidente)
Cristina Gutiérrez Zúñiga (Vicepresidente) Mariela Mosqueira (Secretaria)
Valentina Pereira Arena (Finanzas)
Tabata Tesser (Comunicación)

 

COMITÊ CIENTÍFICO


 

María das Dores Campos Machado
María Julia Carozzi
Néstor Da Costa
Juan Cruz Esquivel
Alejandro Frigerio
Emerson Giumbelli
Fortunato Mallimaci
Ari Pedro Oro

Enzo Pace
Cristián Parker
Carlos Steil
Rodrigo Toniol

CONSELHO (2022-2024)

Pilar García Bossio (Argentina)

Carolina Greising (Uruguay)

Bibiana Ortega (Colombia)

Nicolás Panotto (Chile)

José Luis Pérez Guadalupe (Perú)

Flavio Sofiati (Brasil)

Hugo José Suárez (México)

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO

María Bargo (Argentina)

 

  • 1. Nuevas metodologías y enfoques para el estudio de fenómenos religiosos y espirituales desde América Latina
    Descripción: En las últimas décadas se ha producido una profundización de la complejidad de los fenómenos religiosos en América Latina. A su vez, el propio campo de los estudios sociales de la religión ha experimentado una transformación significativa gracias a las nuevas tecnologías, la globalización del conocimiento y el surgimiento de nuevas herramientas analíticas. En este contexto, resulta imperativo explorar y debatir las nuevas metodologías y enfoques que están redefiniendo la manera en que investigamos y comprendemos los fenómenos religiosos en y desde América Latina, incorporando perspectivas innovadoras y multidisciplinarias que trasciendan las limitaciones tradicionales. Es por eso que en este Grupo de Trabajo nos proponemos estimular la colaboración interdisciplinaria y la reflexión crítica sobre las metodologías y enfoques tradicionales y emergentes en el estudio de la religión en Latinoamérica, prestando especial atención a perspectivas vanguardistas que permitan una comprensión más profunda y matizada de la interacción entre religión, cultura y sociedad en la región. Para ello, esperamos contar con ponencias que aborden alguno de los siguientes ejes, pudiendo abrirse a otras discusiones: • ciencia de datos para analizar patrones de comportamiento y creencias religiosas online y offline; • encuestas mediadas por nuevas tecnologías; • etnografías digitales; • cartografías culturales; • investigaciones colaborativas con los sujetos de estudio; • comunicación de resultados a públicos diversos como parte de la estrategia metodológica. Asimismo, invitamos a presentar ponencias que trabajen desde enfoques que prioricen los aspectos visuales y audiovisuales de los fenómenos estudiados: como registro de campo, como parte del proceso de análisis, como objeto de estudio; como producto de las labores de indagación; o incluso investigaciones audiovisuales. Invitamos a académicos, investigadores y profesionales de diversas disciplinas a presentar sus investigaciones y experiencias en torno a estas metodologías y enfoques, compartiendo sus hallazgos, desafíos y logros. Al hacerlo, buscamos fomentar un diálogo enriquecedor que contribuya a una comprensión más holística de los fenómenos religiosos en constante cambio en nuestra región. Coordinadores: Hugo José Suárez, Juan Martín López Fidanza, Catalina Monjeau Castro, María Pilar García Bossio, Leonel Salomón Tribilisi. Envío de propuestas de ponencias a María Pilar García Bossio mapilargarciabossio@gmail.com y Leonel Tribilisi tribilsi@gmail.com Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués.
  • 2. História das Religiões e das Religiosidades no Sul global
    Descripción: O objetivo do grupo de trabalho é proporcionar uma discussão acerca dos estudos das religiões e religiosidades, na perspectiva da História Cultural, em torno das abordagens sobre o sul global. A proposta ganhou força com a chamada “virada cultural”, a partir da década de 1970, quando grupos de investigadores questionavam esquemas teóricos generalizantes, com enfoque nas distinções de natureza cultural, além das explicações sociais, políticas e econômicas. Pensar as religiões a partir das práticas e estratégias contidas no escopo da História Cultural permite ressignificar o conceito como parte integrante de culturas específicas, com atuação na desconstrução de generalizações que podem funcionar como ferramentas de violência. Neste sentido, temos o objetivo de reunir pesquisas em torno dos estudos sobre as práticas religiosas, com discussões que tenham como recorte geográfico o Sul global, suas conexões com a América Latina, a partir de análises políticas, culturais ou sociais em diferentes temporalidades. Sendo assim, buscamos reunir trabalhos que analisem, tanto questões teóricas e metodológicas, como pesquisas sobre os seguintes temas: 1. História das religiões e das religiosidades, história conectada, história de instituições, das confissões, das teologias e da construção de crenças; 2. Religião, gênero e política; 3. Missionarismo, colonialismo e cristianização; 4. Os intelectuais, as mídias, os diálogos inter-religiosos; 5. Estado laico, negacionismos, intolerâncias e democracia; 6. Práticas religiosas no tempo presente; 7. Identidades, devoções e discursos religiosos nas sociedades modernas, pluralistas, cristãs, não cristãs e multiculturais; 8. As relações das religiões com a política; 9. As artes de fazer das religiões; dentre outras temáticas importante para o campo de estudo. Idiomas: Este grupo NO admite ponencias en inglés Coordinadores: Carlos André Silva de Moura carlos.andre@upe.br, Lyndon de Araújo Santoslyndonasantos@gmail.com y Patrícia Carla de Melo Martins pcmmartins.pesquisa@gmail.com
  • 3. RELIGIÓN Y MIGRACIONES. Experiencias religiosas en un contexto trasnacional
    Description: This Working Group proposes to focus reflection on religion about mobility, migrations, and multiculturalism, mainly on the experiences of religious practices, devotions, and local and national identities lived in a multi-local and / or transnational context. In the early 21st century, Latin America witnessed significant intra-regional migration flows, with over 3 million Latin Americans living in other Latin American countries that are not their country of origin (Cerrutti & Parrado, 2015; Nieto, 2014). Around 11 million people have moved within the various countries of the South American sub-region (International Organization for Migration (IOM) 2022), and another significant flow of mobility has been directed towards external areas, such as Europe. These migratory processes have led to increasingly complex and plural societies. According to the IOM (2022), Argentina has nearly three million migrants, followed by Colombia (1.9 million) and Chile (1.6 million). Venezuela is the country of origin for the most significant number of immigrants (4,103,204). In other places, even if numerically fewer, there have been and are migratory processes with different impacts. The numerous ways in which religion and migration intersect allow us to simultaneously examine religion's roles in shaping migration patterns and experiences and recognize the malleability of religious traditions and practices in mobility processes. By centralizing the importance of religion here, the intention is not to objectify the phenomenon or argue that religion is the sole, or even necessarily the most important, factor underpinning experiences or responses to migration. From this perspective, this group aims to bring together researchers who can contribute their studies and reflections to an understanding of the debate on the relationship between religion and migration, even if partially. Therefore, works that discuss the intersection between religion and migration from a multi-local perspective and different disciplinary viewpoints are of particular interest. These may cover practices, beliefs, communities, or religious institutions. Themes such as religious transnationalism, religious inculturation, models of migratory integration through religious means, and other analyses helpful in contributing to the expansion of this knowledge area are particularly welcomed, whether in places of origin, transit, or destination, and/or in the construction of multi-local links. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Suzana Ramos Coutinho, Olga Odgers Ortiz, Hedilberto Aguilar de la Cruz, Felipe Orellana, María Esther Fernández, Federico Aguirre y Verónica Roldán Envío de propuestas de ponencias: Suzana Ramos Coutinho, sucoutinho@gmail.com Felipe Orellanaforellana@uahurtado.cl, Verónica Roldán veronica.roldan@unicusano.it
  • 4. TRADIÇÕES E RELIGIOSIDADES POPULARES LATINO-AMERICANAS: novas perspectivas e metodologias qualitativas de análise do Patrimônio Histórico-cultural e Artístico
    Descripción: Neste Grupo de Trabalho busca-se analisar as várias tradições, práticas e religiosidades devocionais nos países latino-americanos, partindo-se das distintas interpretações, perspectivas e (re)leituras da significatividade das manifestações religiosas populares; observando-se os mitos, símbolos, rituais, práticas e a espacialidade do sagrado segundo a contextualidade da ritualização — seja ela uma tradição consolidada pela patrimonialização oficial ou não. Além de expressões plurais das linguagens artísticas produzidas pelas religiões. Destacam-se os temas, objetos e fontes que envolvam as religiosidades e as representações e identidades que constituem o fenômeno religioso e a hermenêutica da vida cotidiana. Por esse motivo, este GT deseja reunir diversas contribuições acadêmicas que tenham como diretriz o diálogo interdisciplinar, transdisciplinar e multidisciplinar capaz de elaborarem novas compreensões a respeito das tradições e religiosidades populares originárias e/ou contemporâneas do complexo e denso acervo do Patrimônio Histórico-cultural latino-americano. Ademais, objetiva-se oferecer uma oportunidade para compartilhar as novas metodologias de estudo da dimensão do sagrado e a hermenêutica da experiência religiosa, atendo-se a significatividade das expressões religiosas que sucedem no campo e/ou na cidade, incluindo o campo midiático e da indústria cultural em conexão e adotados pelas religiões. O GT motiva a descoberta de discursos de autores e atores, que versam sobre o tema do uso da religião como mercadoria, das novas formas comunicacionais, bem como esses agentes revelam, buscando justificar as suas práticas nessa interconectividade entre o campo artístico, midiático e religioso latino americano. Logo, pretende-se pautar a reflexão acadêmica pelo aprofundamento teórico-metodológico que sustentem as possibilidades das novas abordagens, objetos, fontes, procedimentos, recursos e métodos de investigação qualitativa. Por fim, examinar-se-á os modos de expressão, pertencimento e a ritualística, em especial, o deciframento dos muitos sentidos e significados religiosos que integram o código simbólico partilhado durante a realização das inúmeras festividades populares que são compostas, por exemplo, pela musicalidade, dança, gastronomia, teatro, expressões periféricas, e uma ornamentaria inerente à tradição; ou seja, entende-se essas expressões como um conjunto de meios comunicacionais enunciados pelos sujeitos ao (re)criarem as significações das experiências religiosas na vida hodierna, levando em consideração a dinâmica do cotidiano e a pluralidade étnica, cultural, social, política e religiosa de ser latino. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Silvério Leal Pessoa, Drance Elias da Silva, Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal, Washington Maciel da Silva Envío de propuestas de ponencias: Drance Elias da Silva drance.silva@unicap.br y Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal ana.raquel@unesp.br Admite ponencias en inglés​
  • 5. Religión, espacio público y conservadurismos en América Latina
    Descripción: Históricamente, América Latina se ha caracterizado por ser una región eminentemente religiosa, con una pluralidad que varía entre el catolicismo, el protestantismo-evangelismo, las espiritualidades indígenas, el new age, entre otras. El posicionamiento y caracterización que ocupa la religión en estos espacios varía según el país o incluso, la región interna. En la actualidad, el fenómeno religioso mantiene su incidencia en una multiplicidad de espacios más allá de su ámbito de acción dogmático-teológico, posicionándose en esferas como la política, el espacio público, el entorno social, la economía, el medio ambiente y la cultura, solo por mencionar algunas. Dicho accionar se modifica en virtud de los propios contextos históricos de cada país que conforma la región. Por ejemplo; en México, la dinámica religiosa se configura en una diversificación de esferas que corren paralelamente a los procesos de secularización y laicización (Molina, 2013), mostrándose la incidencia religiosa en el espacio público, ya sea a partir de posicionamientos políticos o conservadores (Paz-González, 2021), o convergiendo en procesos de acompañamiento a causas sociales en el norte y sur del país (De León, 2022). Aunque México se ha caracterizado por la defensa de la laicidad en el ejercicio de la política, actualmente se está dando un giro importante y observamos cada vez más la incursión de discursos religiosos y un crecimiento de la ultraderecha (Garma, et.al, 2021) En Centroamérica, se pueden citar los casos de Costa Rica, dónde el evangelismo ha ganado terreno en el ámbito político y de espacio público (Zúñiga, 2018, 2022; Pineda, 2019; Ulloa, 2022). Y en Guatemala, la injerencia religiosa sigue permeando el aparato político y la dinámica social (Dary, 2015, 2018, 2019, 2022). Por otro lado, en Suramérica se hayan los casos de Brasil con la injerencia que los evangélicos han tenido en el ámbito político (Carranza, 2021; 2020; Freston 2012) y el caso específico de líderes políticos (Sterfanoni, 2018). En Argentina, diferentes movimientos religiosos han permeado en el espacio público y político (Donatello, 2005; Carbonelli, 2019); lo mismo ha acontecido en Chile (Fediakova 2013; Mansilla & Orellana, 2018; Panotto, 2013, 2015). De forma más reciente, se han consolidado movimientos conservadores con raíz religiosa en casos Perú (Meneses, 2019), México (Pedroza, et.al., 2021; Godinez, 2022) o Argentina (Tarullo y Sampietro, 2022). El presente grupo de trabajo tiene por objetivo general analizar las dinámicas asociativas entre religión, espacio público y uno de estos entrecruces: el conservadurismo en América Latina; a partir del (re)posicionamiento que ha tenido lo religioso en las esferas de lo público y lo político en la región. Analizará de manera específica a qué razones obedece el resurgimiento del conservadurismo en la región; cuáles son sus actores principales, sus mensajes e impactos sociales y culturales. Se analizará qué aspectos comparten los países y en dónde se ubica la lógica de las diferencias. Asimismo, se discutirá la manera en que se reconfiguran las relaciones entre Iglesia / iglesias y Estado en las últimas décadas y la manera en que la ciudadanía está entendiendo la laicidad del Estado. Se abordará también los enfoques teóricos y las metodologías que se están utilizando para analizar todos los temas citados. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Claudia Dary Fuentes, Mónica Ulloa Gómez y Erick Paz González Envío de propuestas de ponencias: Mónica Ulloa Gómez monicaulloag@gmail.com y eadrianpaz@hotmail.com
  • 6. Lo religioso, las mujeres y las disidencias sexuales y de género: tensiones e imbricaciones
    Descripción: En los últimos años, la discusión entre el campo de lo religioso, la participación de las mujeres y de las disidencias sexuales y de género ha ganado relevancia en América Latina, principalmente porque se cruza con la disputa política en torno a los derechos sexuales y reproductivos, en la que los movimientos feministas, LGBTIQ+ y fundamentalistas religiosos se han posicionado como grupos en pugna. En este sentido, tanto la opinión pública como la academia se han comenzado a interesar en estas tensiones para comprender las imbricaciones, conflictos y convergencias entre estos campos, especialmente en lo que respecta a 1) el avance de las leyes sobre el matrimonio igualitario, el aborto y la identidad de género (Amat y León, 2004; Vaggione, 2008; Campos Machado, 2013; Bárcenas, 2022); 2) el surgimiento de iglesias incluyentes o afirmativas de la diversidad sexual (Córdova, 2018; Bárcenas, 2019; Tec-López, 2021, Andrade, 2023a); 3) las llamadas “terapias de conversión” (Bañuelos, 2017; Andrade, 2023b); 4) el activismo político de grupos evangélicos y católicos contra la “ideología de género” (Viveros y Rodríguez, 2017; Vaggione , Bárcenas, 2022); 5) la homosexualidad y el lesbianismo dentro de las iglesias (Mansilla y Orellana, 2022; Orellana, 2021; Mazariegos 2021; Treviño 2021) y 6) la reconfiguración de las identidades a partir de la experiencia migratoria (Peumans, 2019; Mazariegos y Tec-López, 2022), entre otras temáticas emergentes. Por ende, este GT tiene como objetivo explorar las complejas interacciones entre lo religioso, la participación de las mujeres y de las disidencias sexuales y de género desde distintas disciplinas y reflexiones críticas. Buscamos discutir la diversidad de intersecciones de lo religioso en relación con las identidades que se posicionan críticamente frente a la cisheteronorma y al patriarcado para comprender los procesos de reconfiguración y pluralización religiosa y política en la región. Idiomas: Solamente español y portugués. Coordinadores: René A. Tec-López, Zicri Orellana Rojas e Hilda María Cristina Mazariegos Herrera Envío de propuestas de ponencias: René A. Tec-López rene.teclopez@gmail.com y Zicri Orellana Rojas zicrikirtan@gmail.com
  • 7. Pentecostalismos e Descolonialidade: Um Diálogo sobre Direitos Humanos e as Complexidades do Reconhecimento e das Intolerâncias
    Descripción: O tema proposto para este Grupo de Trabalho, intitulado "Pentecostalismos e Descolonialidade: Um Diálogo sobre Direitos Humanos e as Complexidades do Reconhecimento e das Intolerâncias," emerge da urgente necessidade de explorar as interseções entre fenômenos religiosos, perspectivas descolonializadoras e os desafios contemporâneos relacionados aos direitos humanos. Os Pentecostalismos desempenham um papel multifacetado na sociedade contemporânea, exercendo impactos profundos em áreas como política, cultura e identidade. Este movimento religioso, muitas vezes associado a abordagens conservadoras, enfrenta um complexo contexto de interações com as questões de reconhecimento e intolerância. Por outro lado, a abordagem descolonial, enraizada na crítica ao legado do colonialismo e do eurocentrismo, oferece perspectivas críticas para compreendermos os Pentecostalismos sob uma luz diferente. Ela nos desafia a examinar como esses movimentos religiosos podem ser vistos como reações ao colonialismo e, ao mesmo tempo, como reprodutores de estruturas de poder. A discussão dos direitos humanos, enquanto um quadro normativo universalmente aceito, também é essencial nesse contexto. Como os Pentecostalismos se relacionam com os princípios fundamentais dos direitos humanos? E, mais crucialmente, como eles podem ser reconciliados ou entram em conflito com a perspectiva descolonial sobre direitos humanos? Este GT visa criar um espaço acadêmico para explorar essas questões complexas e, ao mesmo tempo, promover um diálogo crítico entre diferentes disciplinas, como sociologia, antropologia, filosofia, teologia, e estudos culturais. Através de análises interdisciplinares e críticas, pretendemos contribuir para uma compreensão mais profunda das dinâmicas dos Pentecostalismos na contemporaneidade e seu impacto nos direitos humanos, reconhecimento e intolerâncias. Ao promover este diálogo, acreditamos que este GT poderá fornecer insights valiosos para acadêmicos, pesquisadores e ativistas interessados em entender as complexas interações entre religião, descolonialidade e direitos humanos em nosso mundo em rápida transformação. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Marcos Cristiano Dos Reis, Jordanna Roberta Lima y Carlos Ugo Santander Joo Envío de propuestas de ponencias: Marcos Cristiano Dos Reis marcosoreis@gmail.com y JordannaRoberta Lima jordannaroberta7@gmail.com
  • 8. Personas “sin religión de pertenencia”: estudios en y desde América Latina
    Descripción: El fenómeno de los sin religión de pertenencia está documentado por investigaciones académicas en las últimas décadas como un grupo heterogéneo que abarca desde la creencia no afiliada hasta el rechazo de una postura ateísta. En este espectro, los estudios se han centrado en comprender la experiencia de las personas que declaran no tener una religión, pero que mantienen y gestionan sus creencias de manera personal. Este fenómeno, que podría estar relacionado con los paradigmas de las sociedades secularizadas, también se observa en sociedades en las que la religión sigue siendo central en diversos aspectos (sociales, culturales, políticos, etc.) como en América Latina. Pero, las transformaciones y tránsitos religiosos en cuanto a la materialidad de la vivencia de lo (no)religioso es igualmente algo notable. ¿Cómo se ha construido el espacio social y la noción de los ´sin religión´ en América Latina? ¿A qué imaginarios o tradiciones remiten estas construcciones? ¿Qué significa la creencia no afiliada en este contexto de cambios? ¿Cómo viven las personas sin religión aspectos relacionados con los rituales de paso, las tradiciones, las relaciones interpersonales, la fe, las creencias o la espiritualidad? ¿Qué cambios se perciben en la forma en que abordan lo religioso? ¿Cómo se expresan o movilizan estos cambios en el espacio público? En definitiva, ¿cuál es el estado de la investigación en los países de la región sobre la temática? y ¿cuáles son las especificidades y trazos comunes revelados por los estudios en curso? Esas son algunas de las cuestiones que podrían abordarse en este grupo de trabajo. Esperamos contribuciones que nos ayuden a mapear los estudios sobre este tema en la realidad latinoamericana. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Hugo H. Rabbia hrabbia@gmail.com y Flavio Senra flaviosenra70@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
  • 9. Catolicismo Contemporáneo na América Latina
    Descripción: Com a pergunta: "Como se configura o catolicismo atualmente na América Latina?", este GT pretende dar continuidade às reflexões iniciadas no último encontro. Nosso interesse é mover-se para além dos estudos que fixam o catolicismo como parte apenas do período anterior à expansão evangélica, ou que o restringe à perspectiva da constituição histórica de colonização européia católica. A proposta deste GT é voltar-se para a tradição católica a partir de sua contemporaneidade, enfatizando sua singularidade e questionando as visões já consagradas e estabilizadas de explicação e entendimento do catolicismo latino-americano. Assim, convidamos para a submissão trabalhos empíricos que tenham como foco de reflexão as formas de vida geradas na atualidade a partir do catolicismo, bem como as maneiras plurais de envolvimento com a dimensão pública (seja ela entendida como política ou não). Interessa-nos compreender quais transformações ocorreram desde o final do século XX. Quais transformações teológicas ocorreram desde o início do movimento carismático? Como se manteve a ação social católica após o declínio da Teologia da Libertação? Quais as estratégias de diálogos com posições externas à tradição católica, seja pelo ecumenismo seja pela via da inculturação? Como essas mudanças se manifestam no cotidiano? Quais maneiras de organização, associação e ação social podemos observar? O que é o conservadorismo católico? Quais as dinâmicas de gênero, raça e classe presentes nas práticas religiosas católicas atuais? E como elas formam novas subjetividades éticas, políticas e religiosas? Esta reflexão, esperamos, instigará propostas que permitam questionar etnograficamente as relações de poder e de sentido internas ao catolicismo e presentes na vida pública. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Carlos Eduardo Valente Dullo y Maria Bargo. Envío de propuestas de ponencias: Carlos Eduardo Valente Dullo edudullo@gmail.com, María Bargo merybargo@gmail.com
  • 10. La espiritualidad de las mujeres. Reflexiones desde Latinoamérica
    Descripción: En las dos últimas décadas se han multiplicado las reflexiones sobre la participación de las mujeres en las religiones y en las expresiones de espiritualidad. Estos abordajes tienen en común que la presencia de las mujeres crea alternativas en los modos hegemónicos de vivir la espiritualidad y relacionarse con lo divino, así como en la creación de rituales y prácticas centradas en el cuerpo y la compartencia. Nos interesa profundizar aún más este debate, mirando hacia formas no solamente urbanas, y abarcando una multiplicidad de expresiones y modos de existir y vivir la espiritualidad. Este grupo de trabajo tiene el propósito de poner en diálogo investigaciones centradas en las mujeres y sus formas de creer y practicar desde las llamadas espiritualidades alternativas. Para ello convocamos investigaciones que aborden y problematicen cómo las mujeres viven la espiritualidad en sus contextos y territorios. Nos interesan las perspectivas que den cuenta de las experiencias de mujeres en plural, de cuerpos e identidades diversas, incluyendo no binarias y trans. Específicamente, se sugiere la comunicación de: Perspectivas etnográficas que den cuenta de la particularidad de las manifestaciones espirituales de las mujeres en su diversidad; Perspectivas interesadas en conectar la literatura sobre espiritualidades contemporáneas y las teoríasfeministas y de género y sus discusiones; Nuevos conceptos u otros abordajes teórico-reflexivos desde la investigación de campo; Análisis críticos capaces de problematizar los límites políticos de las experiencias espirituales en relación con la emancipación de las mujeres desde un punto de vista interseccional. Estudios sobre espiritualidades basadas en el sagrado femenino y los círculos de mujeres y sus abordajes teórico-metodológicos. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: María del Rosario Ramírez Morales mros.rm@gmail.com y Tchella Fernandes Masotchellamaso@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
  • 11. Religiones y espiritualidades indígenas en América Latina: procesos, imaginarios, prácticas
    Descripción: Este Grupo de Trabajo invita a la presentación de ponencias orientadas a la comprensión de formas de religiosidad y espiritualidad concebidas como indígenas u originarias. Su objetivo mayor es atravesar las usuales barreras temáticas que encorseta a este campo de estudios, con abordajes originales y promisorios pero escaso diálogo entre sí. Nos referimos a: 1) análisis sobre sincretismos indígenas y cristianos (tanto católicos como evangélicos); 2) indagaciones sobre procesos de misionalización y las configuraciones resultantes del choque/encuentro entre misioneros e indígenas; 3) enfoques perspectivas y ontológicos sobre las relaciones múltiples entre humanos y no-humanos en poblaciones indígenas contemporáneas; 4) investigaciones sobre dinámicas etnopolíticas y el lugar de la “espiritualidad” (en tanto categoría práctica) en los procesos reivindicatorios de derechos indígenas; 5) pesquisas sobre espiritualidades que se fundamentan en “saberes” ancestrales (o al menos pre-existentes a los procesos coloniales) cuyos practicantes tienen orígenes diversos, indígenas y no indígenas. En este marco, el GT apuesta a examinar de qué modo el diálogo entre estos abordajes abre una cantera de investigación a fin de problematizar críticamente lo indígena como matriz sensibilizadora de la diversidad religiosa moderna y contemporánea en América latina. A tal fin, proponemos tres ejes con el objeto de habilitar un diálogo productivo sobre la problemática. El primero se vincula al análisis procesual de los actores o fenómenos bajo foco tomando en consideración las dimensiones sociológicas, las coyunturas históricas y las estructuras de poder. El segundo pone el acento en los imaginarios sobre lo indígena y las narrativas sobre su “espiritualidad”, “cosmovisión”, “filosofía de vida” o “religión, tanto en sujetos o grupos autorreconidos o no como tales. El tercero se interesa en las prácticas religiosas y/o espirituales que son asumidas como indígenas por sus agentes productores y participantes en contextos y situaciones concretas. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: César Ceriani, Bernardo Guerrero y Mariana Espinosa Envío de propuestas de ponencias: César Ceriani cesar.ceriani@gmail.com y Mariana Espinosa marianaespinosa@ffyh.unc.edu.ar
  • 12. Salud y religión. Articulaciones, tensiones y desafíos.
    Descripción: El vínculo entre salud y religión ha tenido vigencia en diferentes grupos sociales a lo largo del mundo y la historia. En el mundo occidental moderno, el elemento clave que irrumpió en su articulación fue específicamente el desarrollo de la biomedicina. Al centrarse como la perspectiva hegemónica para entender y atender los procesos de salud y enfermedad en diversos contextos, la biomedicina dio centralidad a los procesos biológicos, desarticulando dichos procesos de sus contextos socioculturales (Kleinman, 1978; Menéndez, 2003;2009;2018). Aunque en el campo de la biomedicina esta articulación se vio fragmentada, la relación entre salud y religión se ha mantenido en ciertos ámbitos comunitarios, instituciones religiosas, religiosidad popular, saberes diversos sobre salud -enfermedad, así como múltiples prácticas religiosas/espirituales que se articulan con procesos de bienestar, sanación y curación. En la actualidad emergió incluso un interés desde el ámbito biomédico por indagar en los procesos fisiológicos que ocurren en el marco de ciertas prácticas religiosas/espirituales y el lugar que ocupan en los procesos de salud-enfermedad. De tal manera, argumentamos que la relación entre salud y religión ha transitado por diversos procesos que van desde su naturalización, negación, transformación y la emergencia de paradigmas que apelan a su rearticulación desde debates diversos (biomédicos, religiosos/espirituales, perspectivas sobre salud y bienestar, entre otros). En este grupo de trabajo convocamos la presentación de estudios que tengan como centralidad analítica la relación entre salud y religión, tanto articulaciones como tensiones, desde perspectivas que pueden incluir, pero no se limitan, a la vinculación con la ciencia, saberes y formas de atención desde marcos institucionales, comunidades terapéutico-espirituales, prácticas de autoatención, entre otras. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Olga Lidia Olivas Hernández, Verónica Giménez Béliveau y Juan Scuro Envío de propuestas de ponencias: Olga Lidia Olivas Hernández olivas@colef.mx y Juan Scuro juanscuro@gmail.com
  • 13. El cuerpo en éxtasis como lugar de invención: aporte epistémico de los pentecostalismos del Sur.
    Descripción: La centralidad del cuerpo en la espiritualidad pentecostal latinoamericana se ha constituido en una forma de subvertir el logocentrismo occidental. El cuerpo en éxtasis puede llegar a ser un lugar de invención cultural, debido a la resignificación de elementos cardinales del sistema religioso y teológico cristiano, que se configuran en y desde las experiencias corpóreas pentecostales. Esta posibilidad de construir nuevos entramados simbólicos desde el cuerpo, permite reconocer que el pentecostalismo es un sustrato desde donde se puede contravenir las lógicas modernas que han determinado que el acceso a la realidad y al conocimiento es solo racional. En nuestra investigación usamos el marco teórico-metodológico llamado embodiment, propuesto por Thomas Csordas, para etnografiar la experiencia de éxtasis pentecostal, y la construcción simbólica que de esta deviene. Consideramos que la etnografía debe ser un punto de partida para demostrar que la cultura discurre en y desde el cuerpo, adoptando las continuidades que la cultura ha determinado, pero también generando discontinuidades que, al fin, hacen que la cultura no pierda su dinamismo. Reconocemos que la lógica de la estructura estructurante de P. Bourdieu, está presente en las experiencias corpóreas. Además, postulamos desde la teoría antropológica de Roy Wagner de la invención cultural, que las formas de vida que privilegian al cuerpo como centro de diferenciación, se constituyen en alternativas al discurso totalizante moderno occidental. Los pentecostalismos se han caracterizado por una espiritualidad corpórea. Desde donde han establecido protestas contra las absolutizaciones culturales que los cristianismos clásicos establecieron. Más aún, cuando los pentecostalismos se instalan en comunidades latinoamericanas, porque en ese hecho, se van yuxtaponiendo las lógicas andinas, la religiosidad popular de herencia católica romana y la experiencia corpórea pentecostal. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Jonán Ernesto Monroy Soto y Abiud Fonseca Ariza Envío de propuestas de ponencias: Jonán Ernesto Monroy Soto j.e.monroysoto@pthu.nl y Abiud Fonseca Ariza afonseca@semisud.edu.ec
  • 14. Explorando la espiritualidad en las Ciencias Sociales: Contextos, flujos y teorías del Sur.
    Descripción: Esta sesión invita a presentar contribuciones sobre el estudio científico social de la espiritualidad, centrado en los contextos, flujos y teorías del Sur. Animamos a los estudiosos de América Latina y también de Oceanía, África y Asia a que envíen sus contribuciones, dado que la espiritualidad en estos contextos tiene una rica dimensión indígena, inmigrante y de colonos. Gran parte de los estudios sobre espiritualidad del Norte Global se centran en los flujos de espiritualidad del llamado Oriente. Para contribuir a la descolonización de los estudios sobre espiritualidad y religión, nos centramos aquí en los flujos de espiritualidad Sur-Sur y en las teorías espirituales del Sur, hasta ahora infravaloradas. Alentamos la presentación de trabajos que investiguen la interacción de la espiritualidad del Sur en las siguientes áreas: Cuerpo y salud: exploración del papel del cuerpo, y del trabajo del cuerpo, en la espiritualidad contemporánea y en los nuevos enfoques curativos. Naturaleza: Analizar la relación entre la espiritualidad y el mundo natural, incluyendo cómo las creencias espirituales conforman las actitudes y acciones hacia la conservación del medio ambiente. Rituales emergentes: Investigar el desarrollo de nuevos rituales y prácticas espirituales en respuesta a los cambios sociales contemporáneos. Desinformación: Exploración de la propagación de la des/información y la conspiritualidad en las comunidades espirituales. Son especialmente bienvenidas las contribuciones del Sur Global, con una apertura a perspectivas diversas e indígenas sobre la espiritualidad. También alentamos los enfoques teóricos innovadores que ofrezcan nuevas perspectivas en el estudio de la espiritualidad dentro de un marco interdisciplinario. Idiomas: Solo español y portugués (La misma temática está convocada en inglés junto con la RC 22 de ISA). Coordinadores: Anna Halafoff, Cristina Gutiérrez Zúñiga y Verónica Giménez-Beliveau Envío de propuestas de ponencias: Cristina Gutiérrez Zúñiga cris.gutierrez.zu@gmail.com y Verónica Giménez-Beliveau
  • 15. Protestantismos y espacio público. Debates teóricos y experiencias de investigación en América Latina y El Caribe
    Descripción: La propuesta de este Grupo de Trabajo es generar un ámbito plural de diálogo y reflexión en torno a las experiencias de investigación y los abordajes teórico-metodológicos que tengan como punto de observación la articulación entre protestantismos y espacio público en el escenario latinoamericano y caribeño. Interesa poner en discusión desde las ciencias sociales y las humanidades la actuación pública de las diversas expresiones denominacionales nacidas o inspiradas en la Reforma Protestante (históricas, presbiterianas, metodistas, adventistas, bautistas, evangélicas, menonitas, pentecostales o carismáticas, etc.) Serán bienvenidos estudios actuales o históricos que tengan como centro de indagación a las intervenciones políticas, sociales, culturales o artísticas de los protestantismos en la región con la finalidad de revisar crítica e interdisciplinariamente categorías teóricas y estrategias metodológicas partiendo de investigaciones empíricas concretas. Idiomas: solo español y portugués Coordinadores: Mariela Mosqueira, Miguel Mansilla y Victoria Sotelo Envío de propuestas de ponencias: Mariela Mosqueira marielamosqueira@gmail.com y Miguel Mansilla mansilla.miguel@gmail.com
  • 16. Gestión de la diversidad y política en la (in)visibilidad del pluralismo religioso.
    Descripción: El grupo de trabajo se centrará en el enfoque del Estado acerca de la diversidad religiosa, fomentando principalmente el estudio empírico y la reflexión teórica sobre cómo abordar la mayor heterogeneidad de las identidades religiosas en la era contemporánea. Las solicitudes de lugares de culto, el reconocimiento de derechos y las invitaciones a participar en el proceso de toma de decisiones políticas se gestionan a nivel local más que a nivel nacional: éstos son sólo algunos de los problemas que hay que abordar debido a la creciente visibilidad de las diferentes expresiones religiosas en la esfera pública. En todo el mundo existen diversos enfoques para acabar con la construcción social de la excepción musulmana/sijista/budista/cristiana. Los conceptos de "régimen espacial", "burocracia callejera" y "creación de lugares laicos" pueden utilizarse para comparar (y contrastar) lo que cada realidad social concede a las religiones, creando un orden espacial específico negociado entre el Estado, la administración urbana, el espacio laico y las distintas afiliaciones religiosas. Idiomas: Solo español y portugués (La misma temática está convocada en inglés junto con la RC 22 de ISA). Coordinadores: Roberta Ricucci y Juan Cruz Esquivel Envío de propuestas de ponencias: Roberta Ricucci roberta.ricucci@unito.it y Juan Cruz Esquivel jucesquivel@gmail.com
  • 17. Religiones, salud reproductiva y derechos
    Descripción: Los avances y transformaciones del campo científico tanto en lo relacionado con la medicina reproductiva como con la no reproductiva, tienen un impacto significativo en las políticas y legislación relacionadas con la salud y el reconocimiento de derechos humanos. Estos avances generan tensiones en las definiciones y posiciones de las instituciones religiosas; influyen en las experiencias de profesionales de salud, expertos/as del campo biomédico y científico y en las personas que recurren a estos avances. Además, han revolucionado el concepto de familia, ampliando, complejizando y reconfigurando los lazos de parentesco, los roles parentales, filiales y fraternos e incluso la noción y definición de la vida misma. En suma, estas transformaciones impactan y desafían creencias religiosas, imaginarios sociales y formas de subjetivación, al mismo tiempo que propician una serie de reacciones y estrategias de resistencia frente a los cambios en las configuraciones familiares, así como en las políticas y legislaciones dirigidas a promover los derechos sexuales y reproductivos como la salud reproductiva. Por todo ello, el presente GT propone reunir, presentar y reflexionar sobre investigaciones que, desde diversos enfoques teóricos y metodológicos, incluyendo abordajes interdisciplinarios, aborden las intersecciones entre religiones, salud reproductiva/ no reproductiva y derechos. Como también aquellas que indaguen en las diversas formas de enfrentar o combatir políticas públicas, programas, proyectos e instituciones que promueven la salud reproductiva o los derechos sexuales y reproductivos en diferentes contextos, como educativo, político, legislativo y jurídico. Plantea, entonces, un espacio de discusión e intercambio sobre cosmovisiones en diálogo o disputa, articulaciones y conflictos entre ciencia, religiones y derecho. De esta manera, buscamos contribuir a un análisis interseccional de las múltiples configuraciones, tensiones, arreglos y disputas que han atravesado este campo en los últimos años. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Ana Lucía Olmos Álvarez y Lilian María Pinto Sales Envío de propuestas de ponencias: Ana Lucía Olmos Álvarez analuciaolmos@gmail.com y Lilian María Pinto Sales lilian.sales@unifesp.br
  • 20. Religiones y violencias en sociedades en conflicto
    Descripción: En las periferias de América Latina se observa una intensa presencia de lo religioso en contextos fuertemente marcados por dinámicas violencia. Dinámicas que fenómenos diversos: desde el dominio territorial ejercido por asociaciones ilegales (guerrillas, mafias, bandas narcos) hasta la regulación excesiva de los aparatos estatales sobre los cuerpos, pasando por el sentimiento de inseguridad y los ultrajes, simbólicos y materiales, que atraviesan la cotidianeidad ciudadana en diferentes ciudades de la región, y que se potencian merced a la circulación de discursos estigmatizantes, por genero, raza, pertenencia religiosa o condición migrante. En todas estas situaciones, las agencias religiosas intervienen en razón de su vocación pública y su anclaje territorial, activamente en estas dinámicas. Fuentes de conflicto (Bruce, 2004 y Juergensmeyer, 2001), productoras de memoria y legitimaciones (Catoggio, 2016; Robin, 2015), constructoras de instancia de paz (Abu-Nimer, 2001; Appleby, 2000 y Seibert, 2013), usinas de esquemas interpretativos (Delgado-Molina, 2018 y Valenzuela y Odgers; 2014), o simplemente creadoras de marcos de certidumbre y orden en contextos vulnerables (Brenneman, 2012; Schäfer, 1992; Serbin, 2007, Teixeira, 2008 y Villa, 2007): estos son algunos de los roles que las agencias religiosas conjugan en la trama política latinoamericana y que nos interesa rescatar en este grupo de trabajo. En particular, nos interesa analizar colectivamente cómo las agencias religiosas con trabajo pastoral en favelas, barrios y villas de zonas urbanas de la región se posicionan frente a los circuitos de violencia que allí se despliegan. Cómo gestionan las amenazas al orden y las tentativas de anomia y dilución del lazo social que tienen como protagonistas a narcotraficantes, paramilitares y redes mafiosas, pero también a la violencia ejercida por las fuerzas represivas del estado y por el patriarcado. Por otro lado, ahondaremos en el problema de la (in) tolerancia religiosa, según la cual creyentes y especialistas se posicionan como víctimas y/ victimarios de casos de persecución y discriminación, según el contexto. Finalmente rescataremos la intervención de grupos religiosos en la producción de memoria y tematización de conflictos armados históricos y actuales. En consideración de la fecundidad de las intersecciones señaladas, en este grupo de trabajo se apreciarán propuestas que recojan estos disparadores, poniendo en diálogo los retos del trabajo empírico con los debates conceptuales del campo temático. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Marcos Carbonelli y Cesar Pinheiro Teixeira Envío de propuestas de ponencias: Marcos Carbonelli mcarbonelli@unaj.edu.ar y Cesar Pinheiro Teixeira cesarpinheiroteixeira@gmail.com
  • 21. Religiones afro-latinoamericanas: (cosmo)Políticas, ontologías e identificaciones en diásporas primarias y secundarias
    En su permanente expansión latinoamericana, las religiones de matriz africana encuentran múltiples desafíos. Entre ellos: cómo articular narrativas novedosas de pertenencia nacional y regional al desplazarse a nuevas realidades; cómo enfrentar el racismo y la intolerancia religiosas; cómo tomar una mayor conciencia de, y profundizar en,sus epistemologías y ontologías distintivas de origen africano en desmedro de los sincretismos derivados de la colonialidad y cómo articular su accionar religioso con las luchas por la reivindicación de sus derechos étnico-raciales-religiosos y de nuevas identificaciones de género, tanto a través de movilizaciones presenciales, así como en y a través de redes sociales. Focalizando, aun cuando no solamente, en estos grandes desarrollos generales, el GT recibirá, asimismo, trabajos que traten de aspectos que les son conexos: la construcción de memorias de las distintas variantes regionales y de las "naciones" y linajes religiosos a su interior; la construcción de identificaciones colectivas territorializadas regionalmente o suburbanamente;las reconfiguraciones rituales que implican las reafricanizaciones -así como los nuevos sincretismos-; los efectos de su creciente visibilidad y presencia en el espacio público, así como las relaciones que establecen con el Estado, con los medios de comunicación y con otros grupos religiosos. En este último caso, serán bienvenidos tanto los trabajos que analizan las disputas y los conflictos como aquellos que se dedican a las continuidades simbólicas o a las conexiones que se realizan con las denominadas nuevas expresiones religiosas (religiones ayahuasqueras, New Age, Wicca, entre otras). Por ende, el objetivo del grupo de trabajo es brindar un panorama actual sobre la situación de las religiones de matriz africana en los distintos países de Latinoamérica, con énfasis en las dimensiones ontológicas y cosmopolíticas de sus acomodaciones y movilizaciones sociales. Coordinadores:Alejandro Frigerio (UCA) alejandrofrigerio@gmail.com, Ari Pedro Oro (UFRGS) arioro@uol.com.br y Nahayeilli Juárez Huet, CIESAS Peninsular nahahuet@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
  • 1. Nuevas metodologías y enfoques para el estudio de fenómenos religiosos y espirituales desde América Latina
    Descripción: En las últimas décadas se ha producido una profundización de la complejidad de los fenómenos religiosos en América Latina. A su vez, el propio campo de los estudios sociales de la religión ha experimentado una transformación significativa gracias a las nuevas tecnologías, la globalización del conocimiento y el surgimiento de nuevas herramientas analíticas. En este contexto, resulta imperativo explorar y debatir las nuevas metodologías y enfoques que están redefiniendo la manera en que investigamos y comprendemos los fenómenos religiosos en y desde América Latina, incorporando perspectivas innovadoras y multidisciplinarias que trasciendan las limitaciones tradicionales. Es por eso que en este Grupo de Trabajo nos proponemos estimular la colaboración interdisciplinaria y la reflexión crítica sobre las metodologías y enfoques tradicionales y emergentes en el estudio de la religión en Latinoamérica, prestando especial atención a perspectivas vanguardistas que permitan una comprensión más profunda y matizada de la interacción entre religión, cultura y sociedad en la región. Para ello, esperamos contar con ponencias que aborden alguno de los siguientes ejes, pudiendo abrirse a otras discusiones: • ciencia de datos para analizar patrones de comportamiento y creencias religiosas online y offline; • encuestas mediadas por nuevas tecnologías; • etnografías digitales; • cartografías culturales; • investigaciones colaborativas con los sujetos de estudio; • comunicación de resultados a públicos diversos como parte de la estrategia metodológica. Asimismo, invitamos a presentar ponencias que trabajen desde enfoques que prioricen los aspectos visuales y audiovisuales de los fenómenos estudiados: como registro de campo, como parte del proceso de análisis, como objeto de estudio; como producto de las labores de indagación; o incluso investigaciones audiovisuales. Invitamos a académicos, investigadores y profesionales de diversas disciplinas a presentar sus investigaciones y experiencias en torno a estas metodologías y enfoques, compartiendo sus hallazgos, desafíos y logros. Al hacerlo, buscamos fomentar un diálogo enriquecedor que contribuya a una comprensión más holística de los fenómenos religiosos en constante cambio en nuestra región. Coordinadores: Hugo José Suárez, Juan Martín López Fidanza, Catalina Monjeau Castro, María Pilar García Bossio, Leonel Salomón Tribilisi. Envío de propuestas de ponencias a María Pilar García Bossio mapilargarciabossio@gmail.com y Leonel Tribilisi tribilsi@gmail.com Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués.
  • 2. História das Religiões e das Religiosidades no Sul global
    Descripción: O objetivo do grupo de trabalho é proporcionar uma discussão acerca dos estudos das religiões e religiosidades, na perspectiva da História Cultural, em torno das abordagens sobre o sul global. A proposta ganhou força com a chamada “virada cultural”, a partir da década de 1970, quando grupos de investigadores questionavam esquemas teóricos generalizantes, com enfoque nas distinções de natureza cultural, além das explicações sociais, políticas e econômicas. Pensar as religiões a partir das práticas e estratégias contidas no escopo da História Cultural permite ressignificar o conceito como parte integrante de culturas específicas, com atuação na desconstrução de generalizações que podem funcionar como ferramentas de violência. Neste sentido, temos o objetivo de reunir pesquisas em torno dos estudos sobre as práticas religiosas, com discussões que tenham como recorte geográfico o Sul global, suas conexões com a América Latina, a partir de análises políticas, culturais ou sociais em diferentes temporalidades. Sendo assim, buscamos reunir trabalhos que analisem, tanto questões teóricas e metodológicas, como pesquisas sobre os seguintes temas: 1. História das religiões e das religiosidades, história conectada, história de instituições, das confissões, das teologias e da construção de crenças; 2. Religião, gênero e política; 3. Missionarismo, colonialismo e cristianização; 4. Os intelectuais, as mídias, os diálogos inter-religiosos; 5. Estado laico, negacionismos, intolerâncias e democracia; 6. Práticas religiosas no tempo presente; 7. Identidades, devoções e discursos religiosos nas sociedades modernas, pluralistas, cristãs, não cristãs e multiculturais; 8. As relações das religiões com a política; 9. As artes de fazer das religiões; dentre outras temáticas importante para o campo de estudo. Idiomas: Este grupo NO admite ponencias en inglés Coordinadores: Carlos André Silva de Moura carlos.andre@upe.br, Lyndon de Araújo Santoslyndonasantos@gmail.com y Patrícia Carla de Melo Martins pcmmartins.pesquisa@gmail.com
  • 3. RELIGIÓN Y MIGRACIONES. Experiencias religiosas en un contexto trasnacional
    Description: This Working Group proposes to focus reflection on religion about mobility, migrations, and multiculturalism, mainly on the experiences of religious practices, devotions, and local and national identities lived in a multi-local and / or transnational context. In the early 21st century, Latin America witnessed significant intra-regional migration flows, with over 3 million Latin Americans living in other Latin American countries that are not their country of origin (Cerrutti & Parrado, 2015; Nieto, 2014). Around 11 million people have moved within the various countries of the South American sub-region (International Organization for Migration (IOM) 2022), and another significant flow of mobility has been directed towards external areas, such as Europe. These migratory processes have led to increasingly complex and plural societies. According to the IOM (2022), Argentina has nearly three million migrants, followed by Colombia (1.9 million) and Chile (1.6 million). Venezuela is the country of origin for the most significant number of immigrants (4,103,204). In other places, even if numerically fewer, there have been and are migratory processes with different impacts. The numerous ways in which religion and migration intersect allow us to simultaneously examine religion's roles in shaping migration patterns and experiences and recognize the malleability of religious traditions and practices in mobility processes. By centralizing the importance of religion here, the intention is not to objectify the phenomenon or argue that religion is the sole, or even necessarily the most important, factor underpinning experiences or responses to migration. From this perspective, this group aims to bring together researchers who can contribute their studies and reflections to an understanding of the debate on the relationship between religion and migration, even if partially. Therefore, works that discuss the intersection between religion and migration from a multi-local perspective and different disciplinary viewpoints are of particular interest. These may cover practices, beliefs, communities, or religious institutions. Themes such as religious transnationalism, religious inculturation, models of migratory integration through religious means, and other analyses helpful in contributing to the expansion of this knowledge area are particularly welcomed, whether in places of origin, transit, or destination, and/or in the construction of multi-local links. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Suzana Ramos Coutinho, Olga Odgers Ortiz, Hedilberto Aguilar de la Cruz, Felipe Orellana, María Esther Fernández, Federico Aguirre y Verónica Roldán Envío de propuestas de ponencias: Suzana Ramos Coutinho, sucoutinho@gmail.com Felipe Orellanaforellana@uahurtado.cl, Verónica Roldán veronica.roldan@unicusano.it
  • 4. TRADIÇÕES E RELIGIOSIDADES POPULARES LATINO-AMERICANAS: novas perspectivas e metodologias qualitativas de análise do Patrimônio Histórico-cultural e Artístico
    Descripción: Neste Grupo de Trabalho busca-se analisar as várias tradições, práticas e religiosidades devocionais nos países latino-americanos, partindo-se das distintas interpretações, perspectivas e (re)leituras da significatividade das manifestações religiosas populares; observando-se os mitos, símbolos, rituais, práticas e a espacialidade do sagrado segundo a contextualidade da ritualização — seja ela uma tradição consolidada pela patrimonialização oficial ou não. Além de expressões plurais das linguagens artísticas produzidas pelas religiões. Destacam-se os temas, objetos e fontes que envolvam as religiosidades e as representações e identidades que constituem o fenômeno religioso e a hermenêutica da vida cotidiana. Por esse motivo, este GT deseja reunir diversas contribuições acadêmicas que tenham como diretriz o diálogo interdisciplinar, transdisciplinar e multidisciplinar capaz de elaborarem novas compreensões a respeito das tradições e religiosidades populares originárias e/ou contemporâneas do complexo e denso acervo do Patrimônio Histórico-cultural latino-americano. Ademais, objetiva-se oferecer uma oportunidade para compartilhar as novas metodologias de estudo da dimensão do sagrado e a hermenêutica da experiência religiosa, atendo-se a significatividade das expressões religiosas que sucedem no campo e/ou na cidade, incluindo o campo midiático e da indústria cultural em conexão e adotados pelas religiões. O GT motiva a descoberta de discursos de autores e atores, que versam sobre o tema do uso da religião como mercadoria, das novas formas comunicacionais, bem como esses agentes revelam, buscando justificar as suas práticas nessa interconectividade entre o campo artístico, midiático e religioso latino americano. Logo, pretende-se pautar a reflexão acadêmica pelo aprofundamento teórico-metodológico que sustentem as possibilidades das novas abordagens, objetos, fontes, procedimentos, recursos e métodos de investigação qualitativa. Por fim, examinar-se-á os modos de expressão, pertencimento e a ritualística, em especial, o deciframento dos muitos sentidos e significados religiosos que integram o código simbólico partilhado durante a realização das inúmeras festividades populares que são compostas, por exemplo, pela musicalidade, dança, gastronomia, teatro, expressões periféricas, e uma ornamentaria inerente à tradição; ou seja, entende-se essas expressões como um conjunto de meios comunicacionais enunciados pelos sujeitos ao (re)criarem as significações das experiências religiosas na vida hodierna, levando em consideração a dinâmica do cotidiano e a pluralidade étnica, cultural, social, política e religiosa de ser latino. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Silvério Leal Pessoa, Drance Elias da Silva, Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal, Washington Maciel da Silva Envío de propuestas de ponencias: Drance Elias da Silva drance.silva@unicap.br y Ana Raquel Marques da Cunha Martins Portugal ana.raquel@unesp.br Admite ponencias en inglés​
  • 5. Religión, espacio público y conservadurismos en América Latina
    Descripción: Históricamente, América Latina se ha caracterizado por ser una región eminentemente religiosa, con una pluralidad que varía entre el catolicismo, el protestantismo-evangelismo, las espiritualidades indígenas, el new age, entre otras. El posicionamiento y caracterización que ocupa la religión en estos espacios varía según el país o incluso, la región interna. En la actualidad, el fenómeno religioso mantiene su incidencia en una multiplicidad de espacios más allá de su ámbito de acción dogmático-teológico, posicionándose en esferas como la política, el espacio público, el entorno social, la economía, el medio ambiente y la cultura, solo por mencionar algunas. Dicho accionar se modifica en virtud de los propios contextos históricos de cada país que conforma la región. Por ejemplo; en México, la dinámica religiosa se configura en una diversificación de esferas que corren paralelamente a los procesos de secularización y laicización (Molina, 2013), mostrándose la incidencia religiosa en el espacio público, ya sea a partir de posicionamientos políticos o conservadores (Paz-González, 2021), o convergiendo en procesos de acompañamiento a causas sociales en el norte y sur del país (De León, 2022). Aunque México se ha caracterizado por la defensa de la laicidad en el ejercicio de la política, actualmente se está dando un giro importante y observamos cada vez más la incursión de discursos religiosos y un crecimiento de la ultraderecha (Garma, et.al, 2021) En Centroamérica, se pueden citar los casos de Costa Rica, dónde el evangelismo ha ganado terreno en el ámbito político y de espacio público (Zúñiga, 2018, 2022; Pineda, 2019; Ulloa, 2022). Y en Guatemala, la injerencia religiosa sigue permeando el aparato político y la dinámica social (Dary, 2015, 2018, 2019, 2022). Por otro lado, en Suramérica se hayan los casos de Brasil con la injerencia que los evangélicos han tenido en el ámbito político (Carranza, 2021; 2020; Freston 2012) y el caso específico de líderes políticos (Sterfanoni, 2018). En Argentina, diferentes movimientos religiosos han permeado en el espacio público y político (Donatello, 2005; Carbonelli, 2019); lo mismo ha acontecido en Chile (Fediakova 2013; Mansilla & Orellana, 2018; Panotto, 2013, 2015). De forma más reciente, se han consolidado movimientos conservadores con raíz religiosa en casos Perú (Meneses, 2019), México (Pedroza, et.al., 2021; Godinez, 2022) o Argentina (Tarullo y Sampietro, 2022). El presente grupo de trabajo tiene por objetivo general analizar las dinámicas asociativas entre religión, espacio público y uno de estos entrecruces: el conservadurismo en América Latina; a partir del (re)posicionamiento que ha tenido lo religioso en las esferas de lo público y lo político en la región. Analizará de manera específica a qué razones obedece el resurgimiento del conservadurismo en la región; cuáles son sus actores principales, sus mensajes e impactos sociales y culturales. Se analizará qué aspectos comparten los países y en dónde se ubica la lógica de las diferencias. Asimismo, se discutirá la manera en que se reconfiguran las relaciones entre Iglesia / iglesias y Estado en las últimas décadas y la manera en que la ciudadanía está entendiendo la laicidad del Estado. Se abordará también los enfoques teóricos y las metodologías que se están utilizando para analizar todos los temas citados. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Claudia Dary Fuentes, Mónica Ulloa Gómez y Erick Paz González Envío de propuestas de ponencias: Mónica Ulloa Gómez monicaulloag@gmail.com y eadrianpaz@hotmail.com
  • 6. Lo religioso, las mujeres y las disidencias sexuales y de género: tensiones e imbricaciones
    Descripción: En los últimos años, la discusión entre el campo de lo religioso, la participación de las mujeres y de las disidencias sexuales y de género ha ganado relevancia en América Latina, principalmente porque se cruza con la disputa política en torno a los derechos sexuales y reproductivos, en la que los movimientos feministas, LGBTIQ+ y fundamentalistas religiosos se han posicionado como grupos en pugna. En este sentido, tanto la opinión pública como la academia se han comenzado a interesar en estas tensiones para comprender las imbricaciones, conflictos y convergencias entre estos campos, especialmente en lo que respecta a 1) el avance de las leyes sobre el matrimonio igualitario, el aborto y la identidad de género (Amat y León, 2004; Vaggione, 2008; Campos Machado, 2013; Bárcenas, 2022); 2) el surgimiento de iglesias incluyentes o afirmativas de la diversidad sexual (Córdova, 2018; Bárcenas, 2019; Tec-López, 2021, Andrade, 2023a); 3) las llamadas “terapias de conversión” (Bañuelos, 2017; Andrade, 2023b); 4) el activismo político de grupos evangélicos y católicos contra la “ideología de género” (Viveros y Rodríguez, 2017; Vaggione , Bárcenas, 2022); 5) la homosexualidad y el lesbianismo dentro de las iglesias (Mansilla y Orellana, 2022; Orellana, 2021; Mazariegos 2021; Treviño 2021) y 6) la reconfiguración de las identidades a partir de la experiencia migratoria (Peumans, 2019; Mazariegos y Tec-López, 2022), entre otras temáticas emergentes. Por ende, este GT tiene como objetivo explorar las complejas interacciones entre lo religioso, la participación de las mujeres y de las disidencias sexuales y de género desde distintas disciplinas y reflexiones críticas. Buscamos discutir la diversidad de intersecciones de lo religioso en relación con las identidades que se posicionan críticamente frente a la cisheteronorma y al patriarcado para comprender los procesos de reconfiguración y pluralización religiosa y política en la región. Idiomas: Solamente español y portugués. Coordinadores: René A. Tec-López, Zicri Orellana Rojas e Hilda María Cristina Mazariegos Herrera Envío de propuestas de ponencias: René A. Tec-López rene.teclopez@gmail.com y Zicri Orellana Rojas zicrikirtan@gmail.com
  • 7. Pentecostalismos e Descolonialidade: Um Diálogo sobre Direitos Humanos e as Complexidades do Reconhecimento e das Intolerâncias
    Descripción: O tema proposto para este Grupo de Trabalho, intitulado "Pentecostalismos e Descolonialidade: Um Diálogo sobre Direitos Humanos e as Complexidades do Reconhecimento e das Intolerâncias," emerge da urgente necessidade de explorar as interseções entre fenômenos religiosos, perspectivas descolonializadoras e os desafios contemporâneos relacionados aos direitos humanos. Os Pentecostalismos desempenham um papel multifacetado na sociedade contemporânea, exercendo impactos profundos em áreas como política, cultura e identidade. Este movimento religioso, muitas vezes associado a abordagens conservadoras, enfrenta um complexo contexto de interações com as questões de reconhecimento e intolerância. Por outro lado, a abordagem descolonial, enraizada na crítica ao legado do colonialismo e do eurocentrismo, oferece perspectivas críticas para compreendermos os Pentecostalismos sob uma luz diferente. Ela nos desafia a examinar como esses movimentos religiosos podem ser vistos como reações ao colonialismo e, ao mesmo tempo, como reprodutores de estruturas de poder. A discussão dos direitos humanos, enquanto um quadro normativo universalmente aceito, também é essencial nesse contexto. Como os Pentecostalismos se relacionam com os princípios fundamentais dos direitos humanos? E, mais crucialmente, como eles podem ser reconciliados ou entram em conflito com a perspectiva descolonial sobre direitos humanos? Este GT visa criar um espaço acadêmico para explorar essas questões complexas e, ao mesmo tempo, promover um diálogo crítico entre diferentes disciplinas, como sociologia, antropologia, filosofia, teologia, e estudos culturais. Através de análises interdisciplinares e críticas, pretendemos contribuir para uma compreensão mais profunda das dinâmicas dos Pentecostalismos na contemporaneidade e seu impacto nos direitos humanos, reconhecimento e intolerâncias. Ao promover este diálogo, acreditamos que este GT poderá fornecer insights valiosos para acadêmicos, pesquisadores e ativistas interessados em entender as complexas interações entre religião, descolonialidade e direitos humanos em nosso mundo em rápida transformação. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Marcos Cristiano Dos Reis, Jordanna Roberta Lima y Carlos Ugo Santander Joo Envío de propuestas de ponencias: Marcos Cristiano Dos Reis marcosoreis@gmail.com y JordannaRoberta Lima jordannaroberta7@gmail.com
  • 8. Personas “sin religión de pertenencia”: estudios en y desde América Latina
    Descripción: El fenómeno de los sin religión de pertenencia está documentado por investigaciones académicas en las últimas décadas como un grupo heterogéneo que abarca desde la creencia no afiliada hasta el rechazo de una postura ateísta. En este espectro, los estudios se han centrado en comprender la experiencia de las personas que declaran no tener una religión, pero que mantienen y gestionan sus creencias de manera personal. Este fenómeno, que podría estar relacionado con los paradigmas de las sociedades secularizadas, también se observa en sociedades en las que la religión sigue siendo central en diversos aspectos (sociales, culturales, políticos, etc.) como en América Latina. Pero, las transformaciones y tránsitos religiosos en cuanto a la materialidad de la vivencia de lo (no)religioso es igualmente algo notable. ¿Cómo se ha construido el espacio social y la noción de los ´sin religión´ en América Latina? ¿A qué imaginarios o tradiciones remiten estas construcciones? ¿Qué significa la creencia no afiliada en este contexto de cambios? ¿Cómo viven las personas sin religión aspectos relacionados con los rituales de paso, las tradiciones, las relaciones interpersonales, la fe, las creencias o la espiritualidad? ¿Qué cambios se perciben en la forma en que abordan lo religioso? ¿Cómo se expresan o movilizan estos cambios en el espacio público? En definitiva, ¿cuál es el estado de la investigación en los países de la región sobre la temática? y ¿cuáles son las especificidades y trazos comunes revelados por los estudios en curso? Esas son algunas de las cuestiones que podrían abordarse en este grupo de trabajo. Esperamos contribuciones que nos ayuden a mapear los estudios sobre este tema en la realidad latinoamericana. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Hugo H. Rabbia hrabbia@gmail.com y Flavio Senra flaviosenra70@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
  • 9. Catolicismo Contemporáneo na América Latina
    Descripción: Com a pergunta: "Como se configura o catolicismo atualmente na América Latina?", este GT pretende dar continuidade às reflexões iniciadas no último encontro. Nosso interesse é mover-se para além dos estudos que fixam o catolicismo como parte apenas do período anterior à expansão evangélica, ou que o restringe à perspectiva da constituição histórica de colonização européia católica. A proposta deste GT é voltar-se para a tradição católica a partir de sua contemporaneidade, enfatizando sua singularidade e questionando as visões já consagradas e estabilizadas de explicação e entendimento do catolicismo latino-americano. Assim, convidamos para a submissão trabalhos empíricos que tenham como foco de reflexão as formas de vida geradas na atualidade a partir do catolicismo, bem como as maneiras plurais de envolvimento com a dimensão pública (seja ela entendida como política ou não). Interessa-nos compreender quais transformações ocorreram desde o final do século XX. Quais transformações teológicas ocorreram desde o início do movimento carismático? Como se manteve a ação social católica após o declínio da Teologia da Libertação? Quais as estratégias de diálogos com posições externas à tradição católica, seja pelo ecumenismo seja pela via da inculturação? Como essas mudanças se manifestam no cotidiano? Quais maneiras de organização, associação e ação social podemos observar? O que é o conservadorismo católico? Quais as dinâmicas de gênero, raça e classe presentes nas práticas religiosas católicas atuais? E como elas formam novas subjetividades éticas, políticas e religiosas? Esta reflexão, esperamos, instigará propostas que permitam questionar etnograficamente as relações de poder e de sentido internas ao catolicismo e presentes na vida pública. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Carlos Eduardo Valente Dullo y Maria Bargo. Envío de propuestas de ponencias: Carlos Eduardo Valente Dullo edudullo@gmail.com, María Bargo merybargo@gmail.com
  • 10. La espiritualidad de las mujeres. Reflexiones desde Latinoamérica
    Descripción: En las dos últimas décadas se han multiplicado las reflexiones sobre la participación de las mujeres en las religiones y en las expresiones de espiritualidad. Estos abordajes tienen en común que la presencia de las mujeres crea alternativas en los modos hegemónicos de vivir la espiritualidad y relacionarse con lo divino, así como en la creación de rituales y prácticas centradas en el cuerpo y la compartencia. Nos interesa profundizar aún más este debate, mirando hacia formas no solamente urbanas, y abarcando una multiplicidad de expresiones y modos de existir y vivir la espiritualidad. Este grupo de trabajo tiene el propósito de poner en diálogo investigaciones centradas en las mujeres y sus formas de creer y practicar desde las llamadas espiritualidades alternativas. Para ello convocamos investigaciones que aborden y problematicen cómo las mujeres viven la espiritualidad en sus contextos y territorios. Nos interesan las perspectivas que den cuenta de las experiencias de mujeres en plural, de cuerpos e identidades diversas, incluyendo no binarias y trans. Específicamente, se sugiere la comunicación de: Perspectivas etnográficas que den cuenta de la particularidad de las manifestaciones espirituales de las mujeres en su diversidad; Perspectivas interesadas en conectar la literatura sobre espiritualidades contemporáneas y las teoríasfeministas y de género y sus discusiones; Nuevos conceptos u otros abordajes teórico-reflexivos desde la investigación de campo; Análisis críticos capaces de problematizar los límites políticos de las experiencias espirituales en relación con la emancipación de las mujeres desde un punto de vista interseccional. Estudios sobre espiritualidades basadas en el sagrado femenino y los círculos de mujeres y sus abordajes teórico-metodológicos. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: María del Rosario Ramírez Morales mros.rm@gmail.com y Tchella Fernandes Masotchellamaso@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
  • 11. Religiones y espiritualidades indígenas en América Latina: procesos, imaginarios, prácticas
    Descripción: Este Grupo de Trabajo invita a la presentación de ponencias orientadas a la comprensión de formas de religiosidad y espiritualidad concebidas como indígenas u originarias. Su objetivo mayor es atravesar las usuales barreras temáticas que encorseta a este campo de estudios, con abordajes originales y promisorios pero escaso diálogo entre sí. Nos referimos a: 1) análisis sobre sincretismos indígenas y cristianos (tanto católicos como evangélicos); 2) indagaciones sobre procesos de misionalización y las configuraciones resultantes del choque/encuentro entre misioneros e indígenas; 3) enfoques perspectivas y ontológicos sobre las relaciones múltiples entre humanos y no-humanos en poblaciones indígenas contemporáneas; 4) investigaciones sobre dinámicas etnopolíticas y el lugar de la “espiritualidad” (en tanto categoría práctica) en los procesos reivindicatorios de derechos indígenas; 5) pesquisas sobre espiritualidades que se fundamentan en “saberes” ancestrales (o al menos pre-existentes a los procesos coloniales) cuyos practicantes tienen orígenes diversos, indígenas y no indígenas. En este marco, el GT apuesta a examinar de qué modo el diálogo entre estos abordajes abre una cantera de investigación a fin de problematizar críticamente lo indígena como matriz sensibilizadora de la diversidad religiosa moderna y contemporánea en América latina. A tal fin, proponemos tres ejes con el objeto de habilitar un diálogo productivo sobre la problemática. El primero se vincula al análisis procesual de los actores o fenómenos bajo foco tomando en consideración las dimensiones sociológicas, las coyunturas históricas y las estructuras de poder. El segundo pone el acento en los imaginarios sobre lo indígena y las narrativas sobre su “espiritualidad”, “cosmovisión”, “filosofía de vida” o “religión, tanto en sujetos o grupos autorreconidos o no como tales. El tercero se interesa en las prácticas religiosas y/o espirituales que son asumidas como indígenas por sus agentes productores y participantes en contextos y situaciones concretas. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: César Ceriani, Bernardo Guerrero y Mariana Espinosa Envío de propuestas de ponencias: César Ceriani cesar.ceriani@gmail.com y Mariana Espinosa marianaespinosa@ffyh.unc.edu.ar
  • 12. Salud y religión. Articulaciones, tensiones y desafíos.
    Descripción: El vínculo entre salud y religión ha tenido vigencia en diferentes grupos sociales a lo largo del mundo y la historia. En el mundo occidental moderno, el elemento clave que irrumpió en su articulación fue específicamente el desarrollo de la biomedicina. Al centrarse como la perspectiva hegemónica para entender y atender los procesos de salud y enfermedad en diversos contextos, la biomedicina dio centralidad a los procesos biológicos, desarticulando dichos procesos de sus contextos socioculturales (Kleinman, 1978; Menéndez, 2003;2009;2018). Aunque en el campo de la biomedicina esta articulación se vio fragmentada, la relación entre salud y religión se ha mantenido en ciertos ámbitos comunitarios, instituciones religiosas, religiosidad popular, saberes diversos sobre salud -enfermedad, así como múltiples prácticas religiosas/espirituales que se articulan con procesos de bienestar, sanación y curación. En la actualidad emergió incluso un interés desde el ámbito biomédico por indagar en los procesos fisiológicos que ocurren en el marco de ciertas prácticas religiosas/espirituales y el lugar que ocupan en los procesos de salud-enfermedad. De tal manera, argumentamos que la relación entre salud y religión ha transitado por diversos procesos que van desde su naturalización, negación, transformación y la emergencia de paradigmas que apelan a su rearticulación desde debates diversos (biomédicos, religiosos/espirituales, perspectivas sobre salud y bienestar, entre otros). En este grupo de trabajo convocamos la presentación de estudios que tengan como centralidad analítica la relación entre salud y religión, tanto articulaciones como tensiones, desde perspectivas que pueden incluir, pero no se limitan, a la vinculación con la ciencia, saberes y formas de atención desde marcos institucionales, comunidades terapéutico-espirituales, prácticas de autoatención, entre otras. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Olga Lidia Olivas Hernández, Verónica Giménez Béliveau y Juan Scuro Envío de propuestas de ponencias: Olga Lidia Olivas Hernández olivas@colef.mx y Juan Scuro juanscuro@gmail.com
  • 13. El cuerpo en éxtasis como lugar de invención: aporte epistémico de los pentecostalismos del Sur.
    Descripción: La centralidad del cuerpo en la espiritualidad pentecostal latinoamericana se ha constituido en una forma de subvertir el logocentrismo occidental. El cuerpo en éxtasis puede llegar a ser un lugar de invención cultural, debido a la resignificación de elementos cardinales del sistema religioso y teológico cristiano, que se configuran en y desde las experiencias corpóreas pentecostales. Esta posibilidad de construir nuevos entramados simbólicos desde el cuerpo, permite reconocer que el pentecostalismo es un sustrato desde donde se puede contravenir las lógicas modernas que han determinado que el acceso a la realidad y al conocimiento es solo racional. En nuestra investigación usamos el marco teórico-metodológico llamado embodiment, propuesto por Thomas Csordas, para etnografiar la experiencia de éxtasis pentecostal, y la construcción simbólica que de esta deviene. Consideramos que la etnografía debe ser un punto de partida para demostrar que la cultura discurre en y desde el cuerpo, adoptando las continuidades que la cultura ha determinado, pero también generando discontinuidades que, al fin, hacen que la cultura no pierda su dinamismo. Reconocemos que la lógica de la estructura estructurante de P. Bourdieu, está presente en las experiencias corpóreas. Además, postulamos desde la teoría antropológica de Roy Wagner de la invención cultural, que las formas de vida que privilegian al cuerpo como centro de diferenciación, se constituyen en alternativas al discurso totalizante moderno occidental. Los pentecostalismos se han caracterizado por una espiritualidad corpórea. Desde donde han establecido protestas contra las absolutizaciones culturales que los cristianismos clásicos establecieron. Más aún, cuando los pentecostalismos se instalan en comunidades latinoamericanas, porque en ese hecho, se van yuxtaponiendo las lógicas andinas, la religiosidad popular de herencia católica romana y la experiencia corpórea pentecostal. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Jonán Ernesto Monroy Soto y Abiud Fonseca Ariza Envío de propuestas de ponencias: Jonán Ernesto Monroy Soto j.e.monroysoto@pthu.nl y Abiud Fonseca Ariza afonseca@semisud.edu.ec
  • 14. Explorando la espiritualidad en las Ciencias Sociales: Contextos, flujos y teorías del Sur.
    Descripción: Esta sesión invita a presentar contribuciones sobre el estudio científico social de la espiritualidad, centrado en los contextos, flujos y teorías del Sur. Animamos a los estudiosos de América Latina y también de Oceanía, África y Asia a que envíen sus contribuciones, dado que la espiritualidad en estos contextos tiene una rica dimensión indígena, inmigrante y de colonos. Gran parte de los estudios sobre espiritualidad del Norte Global se centran en los flujos de espiritualidad del llamado Oriente. Para contribuir a la descolonización de los estudios sobre espiritualidad y religión, nos centramos aquí en los flujos de espiritualidad Sur-Sur y en las teorías espirituales del Sur, hasta ahora infravaloradas. Alentamos la presentación de trabajos que investiguen la interacción de la espiritualidad del Sur en las siguientes áreas: Cuerpo y salud: exploración del papel del cuerpo, y del trabajo del cuerpo, en la espiritualidad contemporánea y en los nuevos enfoques curativos. Naturaleza: Analizar la relación entre la espiritualidad y el mundo natural, incluyendo cómo las creencias espirituales conforman las actitudes y acciones hacia la conservación del medio ambiente. Rituales emergentes: Investigar el desarrollo de nuevos rituales y prácticas espirituales en respuesta a los cambios sociales contemporáneos. Desinformación: Exploración de la propagación de la des/información y la conspiritualidad en las comunidades espirituales. Son especialmente bienvenidas las contribuciones del Sur Global, con una apertura a perspectivas diversas e indígenas sobre la espiritualidad. También alentamos los enfoques teóricos innovadores que ofrezcan nuevas perspectivas en el estudio de la espiritualidad dentro de un marco interdisciplinario. Idiomas: Solo español y portugués (La misma temática está convocada en inglés junto con la RC 22 de ISA). Coordinadores: Anna Halafoff, Cristina Gutiérrez Zúñiga y Verónica Giménez-Beliveau Envío de propuestas de ponencias: Cristina Gutiérrez Zúñiga cris.gutierrez.zu@gmail.com y Verónica Giménez-Beliveau
  • 15. Protestantismos y espacio público. Debates teóricos y experiencias de investigación en América Latina y El Caribe
    Descripción: La propuesta de este Grupo de Trabajo es generar un ámbito plural de diálogo y reflexión en torno a las experiencias de investigación y los abordajes teórico-metodológicos que tengan como punto de observación la articulación entre protestantismos y espacio público en el escenario latinoamericano y caribeño. Interesa poner en discusión desde las ciencias sociales y las humanidades la actuación pública de las diversas expresiones denominacionales nacidas o inspiradas en la Reforma Protestante (históricas, presbiterianas, metodistas, adventistas, bautistas, evangélicas, menonitas, pentecostales o carismáticas, etc.) Serán bienvenidos estudios actuales o históricos que tengan como centro de indagación a las intervenciones políticas, sociales, culturales o artísticas de los protestantismos en la región con la finalidad de revisar crítica e interdisciplinariamente categorías teóricas y estrategias metodológicas partiendo de investigaciones empíricas concretas. Idiomas: solo español y portugués Coordinadores: Mariela Mosqueira, Miguel Mansilla y Victoria Sotelo Envío de propuestas de ponencias: Mariela Mosqueira marielamosqueira@gmail.com y Miguel Mansilla mansilla.miguel@gmail.com
  • 16. Gestión de la diversidad y política en la (in)visibilidad del pluralismo religioso.
    Descripción: El grupo de trabajo se centrará en el enfoque del Estado acerca de la diversidad religiosa, fomentando principalmente el estudio empírico y la reflexión teórica sobre cómo abordar la mayor heterogeneidad de las identidades religiosas en la era contemporánea. Las solicitudes de lugares de culto, el reconocimiento de derechos y las invitaciones a participar en el proceso de toma de decisiones políticas se gestionan a nivel local más que a nivel nacional: éstos son sólo algunos de los problemas que hay que abordar debido a la creciente visibilidad de las diferentes expresiones religiosas en la esfera pública. En todo el mundo existen diversos enfoques para acabar con la construcción social de la excepción musulmana/sijista/budista/cristiana. Los conceptos de "régimen espacial", "burocracia callejera" y "creación de lugares laicos" pueden utilizarse para comparar (y contrastar) lo que cada realidad social concede a las religiones, creando un orden espacial específico negociado entre el Estado, la administración urbana, el espacio laico y las distintas afiliaciones religiosas. Idiomas: Solo español y portugués (La misma temática está convocada en inglés junto con la RC 22 de ISA). Coordinadores: Roberta Ricucci y Juan Cruz Esquivel Envío de propuestas de ponencias: Roberta Ricucci roberta.ricucci@unito.it y Juan Cruz Esquivel jucesquivel@gmail.com
  • 17. Religiones, salud reproductiva y derechos
    Descripción: Los avances y transformaciones del campo científico tanto en lo relacionado con la medicina reproductiva como con la no reproductiva, tienen un impacto significativo en las políticas y legislación relacionadas con la salud y el reconocimiento de derechos humanos. Estos avances generan tensiones en las definiciones y posiciones de las instituciones religiosas; influyen en las experiencias de profesionales de salud, expertos/as del campo biomédico y científico y en las personas que recurren a estos avances. Además, han revolucionado el concepto de familia, ampliando, complejizando y reconfigurando los lazos de parentesco, los roles parentales, filiales y fraternos e incluso la noción y definición de la vida misma. En suma, estas transformaciones impactan y desafían creencias religiosas, imaginarios sociales y formas de subjetivación, al mismo tiempo que propician una serie de reacciones y estrategias de resistencia frente a los cambios en las configuraciones familiares, así como en las políticas y legislaciones dirigidas a promover los derechos sexuales y reproductivos como la salud reproductiva. Por todo ello, el presente GT propone reunir, presentar y reflexionar sobre investigaciones que, desde diversos enfoques teóricos y metodológicos, incluyendo abordajes interdisciplinarios, aborden las intersecciones entre religiones, salud reproductiva/ no reproductiva y derechos. Como también aquellas que indaguen en las diversas formas de enfrentar o combatir políticas públicas, programas, proyectos e instituciones que promueven la salud reproductiva o los derechos sexuales y reproductivos en diferentes contextos, como educativo, político, legislativo y jurídico. Plantea, entonces, un espacio de discusión e intercambio sobre cosmovisiones en diálogo o disputa, articulaciones y conflictos entre ciencia, religiones y derecho. De esta manera, buscamos contribuir a un análisis interseccional de las múltiples configuraciones, tensiones, arreglos y disputas que han atravesado este campo en los últimos años. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Ana Lucía Olmos Álvarez y Lilian María Pinto Sales Envío de propuestas de ponencias: Ana Lucía Olmos Álvarez analuciaolmos@gmail.com y Lilian María Pinto Sales lilian.sales@unifesp.br
  • 20. Religiones y violencias en sociedades en conflicto
    Descripción: En las periferias de América Latina se observa una intensa presencia de lo religioso en contextos fuertemente marcados por dinámicas violencia. Dinámicas que fenómenos diversos: desde el dominio territorial ejercido por asociaciones ilegales (guerrillas, mafias, bandas narcos) hasta la regulación excesiva de los aparatos estatales sobre los cuerpos, pasando por el sentimiento de inseguridad y los ultrajes, simbólicos y materiales, que atraviesan la cotidianeidad ciudadana en diferentes ciudades de la región, y que se potencian merced a la circulación de discursos estigmatizantes, por genero, raza, pertenencia religiosa o condición migrante. En todas estas situaciones, las agencias religiosas intervienen en razón de su vocación pública y su anclaje territorial, activamente en estas dinámicas. Fuentes de conflicto (Bruce, 2004 y Juergensmeyer, 2001), productoras de memoria y legitimaciones (Catoggio, 2016; Robin, 2015), constructoras de instancia de paz (Abu-Nimer, 2001; Appleby, 2000 y Seibert, 2013), usinas de esquemas interpretativos (Delgado-Molina, 2018 y Valenzuela y Odgers; 2014), o simplemente creadoras de marcos de certidumbre y orden en contextos vulnerables (Brenneman, 2012; Schäfer, 1992; Serbin, 2007, Teixeira, 2008 y Villa, 2007): estos son algunos de los roles que las agencias religiosas conjugan en la trama política latinoamericana y que nos interesa rescatar en este grupo de trabajo. En particular, nos interesa analizar colectivamente cómo las agencias religiosas con trabajo pastoral en favelas, barrios y villas de zonas urbanas de la región se posicionan frente a los circuitos de violencia que allí se despliegan. Cómo gestionan las amenazas al orden y las tentativas de anomia y dilución del lazo social que tienen como protagonistas a narcotraficantes, paramilitares y redes mafiosas, pero también a la violencia ejercida por las fuerzas represivas del estado y por el patriarcado. Por otro lado, ahondaremos en el problema de la (in) tolerancia religiosa, según la cual creyentes y especialistas se posicionan como víctimas y/ victimarios de casos de persecución y discriminación, según el contexto. Finalmente rescataremos la intervención de grupos religiosos en la producción de memoria y tematización de conflictos armados históricos y actuales. En consideración de la fecundidad de las intersecciones señaladas, en este grupo de trabajo se apreciarán propuestas que recojan estos disparadores, poniendo en diálogo los retos del trabajo empírico con los debates conceptuales del campo temático. Idiomas: Los idiomas oficiales de la Asociación son el español y el portugués. Dado que en esta ocasión estamos trabajando en colaboración con el Grupo de Investigación en Sociología de la Religión de la Asociación Internacional de Sociología este grupo admite ponencias en inglés para quienes no hablen español o portugués. Coordinadores: Marcos Carbonelli y Cesar Pinheiro Teixeira Envío de propuestas de ponencias: Marcos Carbonelli mcarbonelli@unaj.edu.ar y Cesar Pinheiro Teixeira cesarpinheiroteixeira@gmail.com
  • 21. Religiones afro-latinoamericanas: (cosmo)Políticas, ontologías e identificaciones en diásporas primarias y secundarias
    En su permanente expansión latinoamericana, las religiones de matriz africana encuentran múltiples desafíos. Entre ellos: cómo articular narrativas novedosas de pertenencia nacional y regional al desplazarse a nuevas realidades; cómo enfrentar el racismo y la intolerancia religiosas; cómo tomar una mayor conciencia de, y profundizar en,sus epistemologías y ontologías distintivas de origen africano en desmedro de los sincretismos derivados de la colonialidad y cómo articular su accionar religioso con las luchas por la reivindicación de sus derechos étnico-raciales-religiosos y de nuevas identificaciones de género, tanto a través de movilizaciones presenciales, así como en y a través de redes sociales. Focalizando, aun cuando no solamente, en estos grandes desarrollos generales, el GT recibirá, asimismo, trabajos que traten de aspectos que les son conexos: la construcción de memorias de las distintas variantes regionales y de las "naciones" y linajes religiosos a su interior; la construcción de identificaciones colectivas territorializadas regionalmente o suburbanamente;las reconfiguraciones rituales que implican las reafricanizaciones -así como los nuevos sincretismos-; los efectos de su creciente visibilidad y presencia en el espacio público, así como las relaciones que establecen con el Estado, con los medios de comunicación y con otros grupos religiosos. En este último caso, serán bienvenidos tanto los trabajos que analizan las disputas y los conflictos como aquellos que se dedican a las continuidades simbólicas o a las conexiones que se realizan con las denominadas nuevas expresiones religiosas (religiones ayahuasqueras, New Age, Wicca, entre otras). Por ende, el objetivo del grupo de trabajo es brindar un panorama actual sobre la situación de las religiones de matriz africana en los distintos países de Latinoamérica, con énfasis en las dimensiones ontológicas y cosmopolíticas de sus acomodaciones y movilizaciones sociales. Coordinadores:Alejandro Frigerio (UCA) alejandrofrigerio@gmail.com, Ari Pedro Oro (UFRGS) arioro@uol.com.br y Nahayeilli Juárez Huet, CIESAS Peninsular nahahuet@gmail.com Envío de propuestas de ponencias: A los coordinadores
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